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BREVE TRATADO SOBRE EXORCISMOS

BREVE TRATADO SOBRE EXORCISMOS

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Testo retirado da amiga do Facebook Deise Mara Zanini.

Apometria Espírita Deise Mara Zanini Qdo temos espiritos ou hordas bem resistentes nos atendimentos, evocamos as milicias de São miguel e rezamos a oração em latim, acontecem algo inexplicávell os médiuns que estão incorporados desses seres, sentem a pele queimar, uma luz prateada muito forte os leva…não sabemos ao certo o que acontece, mas sabemos que fomos ajudados. Esses pacientes chegam reportando acordar as 3hs da madrugada, exaustão, atrapalhões de vários tipos, lampadas que se queimam, eletroeletronicos da casa que apresentam falhas e doenças que os médicos não acham, temos tido sucesso com esse tipo de atendimento, apenas rezando bem forte a oração de exorcismo em latim e fechando essa porta de passado com ligação do paciente com esses seres.

Exorcismo ( nota da autora)

 

Resolvemos dar esse curso e falar sobre esse assunto, tão relegado há filmes de terror, mas que infelizmente é bem presente em nossas vidas.

Hoje , mais disseminado nas Igrejas Neopentecostais ( Evangélicas Modernas), nas Igrejas Carismáticas, etc…

Mas afinal existem realmente esses seres?

Ouve no inicio dos tempos, um grupo de exilados, de vários planetas, que ao chegarem aqui, não se sujeitarão ao reencarne, fugindo assim da reencarnação, e se escondendo atrás de vários mitos existentes no planeta, como por exemplo, vários deuses sangrentos da antiga Mesopotâmia, Babilônia, Pérsia, nada mais eram que esses exilados assumindo esse aspecto mitológico, e até produzindo efeitos na época sobrenaturais, graças a mediunidade e ao ectoplasma de seus discípulos.

Vamos ver na história muitos jens, que faziam “favores” aos seus servidores em troca de sacrifícios de cabras, bezerros, etc..

Essas culturas invadiram a Europa no período das cruzadas, já que muitos dos viajantes eram Nobres falidos que viajavam ao suposto rico oriente há procura de riquezas e lá conheciam tal práticas, toda bruxaria moderna remonta dessas regiões no oriente, embora lá já tenha sido esquecida.

Sempre se esperou que as supostas divindades favorecessem ao homem depois de nossa queda do paraíso.

E esse conceito faz parte do nosso inconsciente coletivo mundial em qualquer cultura.

Enfim, 80% desses seres foram exilados em 2012 e mais alguns ainda estarão por ir entre 2024 ou 2036, discrepância de datas em função das diferentes formas de calendário, atualmente usamos o calendário gregoriano, mas há outros calendários, o fato é que els estão sendo exilados, o que conferem uma nova investida nos últimos tempos, dessas energias, Nossos antigos favorecedores hoje nos cobram seus favores, não importantdo se fizemos pedidos há 2.000 mil ou há 400 anos atrás, eles precisam de energia pra se sustentar aqui e pensam que assim driblaram o exilio.

Temos um ressurgimento da magia Negra, através de religiões antigas que renascem graças a internet, seres demoníacos, se imiscuindo em várias religiões africanas com nomes como EXU BELZEBU, EXU LUCIFER, etc…

Ora, sabemos que esses nome não pertencem há linguagem ioruba, e esses méiuns fizeram pactos com as Sombras ,e são bem conscientes, já que normalmente suas oferendas são bodes pretos com enormes chifres.

Ritualisticas bem divergentes da linha africana, símbolos, que ao ser estudados são os nomes demoníacos em linguagem Enoquiana (Ver o Livro de Enoque, apócrifo com a linguagem dos anjos)

Tendo na cabala 72 anjos existem é claro 72 contrários, esses contrários mitologicamente foram absorvendo esses exilados que lhe assemelhavam as características.

Tendo então nossos demónios atuais.

Mas posso fazer pacto com o DIABO?

Esse ser como individuo, não nos é acessível, mas os livros de magia negra vendidos em qualquer livraria ensinam como evocar os seus subalternos.

Simples orações para trazer a pessoa amada, melhorar as finanças, se livrar de uma familiar incomodo, afinal o Livro é de SÃO CIPRIANO, que é um Santo né?

E a civilização atual bem como há mais antiga gosta de soluções sem sujar as mãos…

Dado a esses fatos temos um contingente sem fim de obsessores terríveis que exigem bem mais que a Apometria pode oferecer, e nos faz buscar nos rituais de exorcismos a solução, poderíamos manter em segredo e deixar aos cuidados de nossos grupos, mas toda informação deve ser compartilhada. Fato esse que venho brigando dede a Inquisição pra divulgas, como padre Luterano, Mestre Maçom, e tradutor independente de vários livros secretos.

Hoje a inquisição não nos assombra, e esse mesmo veiculo que permite a divulgação da BLACK MAGIC, também permite que possamos ensinar a combate-la

 

BREVE ESTUDO DO EXORCISMO

http://pt.wikipedia.org/wiki/Exorcismo

Os termos exorcismo, esconjuração ou esconjuro (em grego: exorkismos, “ato de fazer jurar”, em latim: exorcismu) designam o ritual executado por uma pessoa devidamente autorizada para expulsar espíritos malignos (ou demónios) de outra pessoa que está num estado de possessão demoníaca. Pode também designar o ato de expulsar demônios por intermédio de rezas e esconjuros (imprecações). No cristianismo, o Evangelho, relata frequentemente episódios em que Jesus Cristo expulsa o demónio de pessoas possuídas, tendo esse poder sido transmitido aos seus apóstolos, no dia da Ascensão . No entanto, a prática ou práticas semelhantes são bastante antigas e fazem parte do sistema de crença de muitas culturas e religiões.

Pintura de Francisco Goya mostrando São Francisco de Borja executando um exorcismo.

O Exorcismo Maior é um ritual litúrgico em que a Igreja Católica pede, com a autoridade de Jesus Cristo, a libertação ou proteção de alguém ou algo contra a ação do maligno, do Demónio. Este Sacramental só pode ser realizado por uma Padre nomeado para tal pelo Bispo , o Exorcista.

Trata-se de uma ação constituída de palavras e gestos (imposição das mãos, sinal da cruz, aspersão de água benta), pela qual a Igreja Católica, liberta e protege do mal em nome de Deus. Não se trata de um sacramento, mas de um sacramental, aplicado a pessoas ou coisas, transmitindo o poder e a vitória pascal de Jesus, libertando-as da influência das força demoníacas.

Tendo em conta a grande variedade de doenças e distúrbios de ordem psíquica que podem numa primeira fase ser confundidos com uma possessão, o acompanhamento e discernimento sobre a real da condição da pessoa é uma responsabilidade enorme do Padre Exorcista que deve avaliar o caso se necessário com ajuda de profissionais da Psiquiatria. Sinais que podem comprovar uma possessão demoníaca, como listados no Ritual dos Exorcismos são: “dizer muitas palavras de língua desconhecida ou entender quem assim fala; revelar coisas distantes e ocultas; manifestar forças acima da sua idade ou condição natural. Estes sinais podem fornecer algum indício. Como, porém, os sinais deste género não são necessariamente atribuíveis à intervenção do diabo, convém atender também a outros, sobretudo de ordem moral e espiritual, que manifestam de outro modo a intervenção diabólica, como p. ex. a aversão veemente a Deus, ao Santíssimo Nome de Jesus, à Bem-aventurada Virgem Maria e aos Santos, à Igreja, à palavra de Deus, a objectos e ritos, especialmente sacramentais, e às imagens sagradas. Finalmente, por vezes é preciso ponderar bem a relação de todos os sinais com a fé e o combate espiritual na vida cristã, porque o Maligno é principalmente inimigo de Deus e de tudo o que relaciona os fiéis com a acção salvífica.”.

Pentecostalismo e neopentecostalismo]

Nos movimentos cristãos pentecostal e neo-pentecostal, bem como nos movimentos de renovação carismática, há também um grande número de relatos de casos de exorcismo. Contrariamente ao ritual católico, não há uma liturgia rígida, embora seja considerado que não deva ser qualquer crente, que, embora tendo aceitado e confessado previamente Jesus como senhor e salvador, se pode tornar um exorcista, uma vez que, segundo a interpretação do Novo Testamento da Bíblia, Jesus deu autoridade apenas aos apóstolos para dominarem os espíritos imundos. Consideram-se os sacerdotes (presbíteros, pastores, bispos, etc.) como os apóstolos da atualidade. Mar 16:17 – E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; Sendo todo crente em Cristo Jesus capaz e autorizado por Cristo a expulsar Demônios.

A fórmula utilizada nas igrejas evangélicas é simples, baseando-se na utilização de “O nome de Jesus”. A pessoa que apresenta sintomas de possessão ou infestação por demónios ou espíritos imundos ficaria libertada após a imposição de mãos e declaração verbal por parte do pastor ou autoridade equivalente na igreja, para que as entidades estranhas à pessoa se retirem. Atualmente, algumas denominações evangélicas defendem e praticam o exorcismo, de entre as, a Igreja Universal do Reino de Deus, com práticas consideradas não tão ortodoxas, como o “corredor de sal”, a Igreja Pentecostal Deus é Amor, a Igreja Maná, a Igreja Renascer em Cristo entre outras.

Visão científica

A possessão demoníaca não é um diagnóstico psiquiátrico ou médico válido e reconhecido pelo DSM-IV e CID-10. Aqueles que professam a crença em possessões demoníacas por vezes descrevem sintomas que são comuns a várias doenças mentais, como histeria, mania, psicose, síndrome de Tourette, epilepsia, esquizofrenia ou transtorno dissociativo de identidade.6 7 8 Em casos de transtorno dissociativo de identidade em que a personalidade é questionada quanto à sua identidade, 29% são relatados como possessões de demônios.9 Além disso, há uma forma de monomania denominada “demoniomania” ou “demonopatia” em que o paciente acredita que está possuído por um ou mais demônios.

A alegação de que o exorcismo funciona em pessoas com sintomas de possessão é atribuída por alguns ao efeito placebo e ao poder da sugestão.10

O psiquiatra M. Scott Peck pesquisou exorcismos e alegou ter realizado dois rituais do tipo em si mesmo. Ele concluiu que o conceito cristão de posse foi um verdadeiro fenômeno. Ele derivou critérios diagnósticos pouco diferentes dos utilizados pela Igreja Católica Romana. Ele também afirmou ter visto as diferenças nos processos de exorcismo e de progressão. Depois de suas experiências e na tentativa de validar a sua pesquisa, ele tentou, sem sucesso, convencer a comunidade psiquiátrica para adicionar a definição de “Evil” para o DSM-IV.11 Embora os trabalhos anteriores ao de Peck tenham recebido aceitação popular generalizada, sua pesquisa sobre os temas do mal e possessões gerou um forte debate. Muito foi feito em tentar associar a imagem de Peck ao do polêmico Malachi Martin, um padre católico romano e um ex-jesuíta, apesar do fato de Peck tê-lo chamado de “mentiroso” e “manipulador”.12 13 Outras críticas levantadas contra Peck incluem diagnósticos errôneos baseados na falta de conhecimento sobre o transtorno dissociativo de identidade (anteriormente conhecido como distúrbio de personalidade múltipla) e afirmações de que ele havia transgredido os limites da ética profissional, ao tentar persuadir seus pacientes a aceitar o cristianismo.12

“Aquilo que é impenetrável para nós existe de fato. Por trás dos segredos da natureza ha algo sutil, intangível e inexplicável. A veneração a essa força que está além de tudo o que podemos compreender é a minha religião.”

->ALBERT EINSTEIN

“O Melhor caçador é aquele que usa a sabedoria como sua principal arma.”

M.F.

Cipriano de Cartago

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Cipriano (nascido Táscio Cecílio Cipriano; em latim: Thascius Caecilius Cyprianus) passou para a história não apenas como santo, mas também como excelente orador. É ainda considerado um dos Padres latinos. A principal fonte sobre sua vida é a obra Vida de São Cipriano, escrita por seu discípulo Pôncio de Cartago.

Vida e obras

Converteu-se ao cristianismo quando contava trinta e cinco anos de idade. No ano 249 foi escolhido para bispo de sua cidade e empenhou-se na organização da Igreja em África. Revelou-se extraordinário mestre de moral cristã. Deixou diversos escritos, sobretudo cartas, que constituem preciosa coleção documental sobre fé e culto. Contribuiu para a criação do latim cristão.

Uma das grandes figuras do século III, Cipriano, de família rica de Cartago, capital romana no Norte de África. Quando pagão era um ótimo advogado e mestre de retórica, até que provocado pela constância e serenidade dos mártires cristãos.

Por causa de sua radical conversão muitos ficaram espantados já que era bem popular. Com pouco tempo foi ordenado sacerdote e depois sagrado bispo num período difícil da Igreja africana.

Duas perseguições contra os cristãos ocorrerem: a de Décio e Valeriano, marcaram seu começo e seu fim e uma terrível peste andou pelo norte da África, semeando mortes. Problemas doutrinários, por outro lado, agitavam a Igreja daquela região.

Diante da perseguição do imperador Décio em 249, Cipriano escolheu esconder-se para continuar prestando serviços à Igreja. No ano258, o santo bispo foi denunciado, preso e processado. Existem as atas do seu processo de martírio que relatam suas últimas palavras do saber da sua sentença à morte.

Ele foi um dos biografados por São Jerônimo em De Viris Illustribus, (cap. 67)1 , onde ele afirma que “Cipriano foi morto no mesmo dia em que Papa Cornélio foi morto em Roma, embora não no mesmo ano”.

 

O OUTRO CIPRIANO DE ANTIOQUIA

http://www.spectrumgothic.com.br/ocultismo/personagens/cipriano.htm

A lenda de São Cipriano – O Feiticeiro – confunde-se com um outro célebre Cipriano imortalizado na Igreja Católica, conhecido como Papa Africano. Apesar do abismo histórico que os afasta, as lendas combinam-se e os Ciprianos, muitas vezes, tornam-se um só na cultura popular. É comum encontrarmos fatos e características pessoais atribuídas equivocadamente. Além dos mesmos nomes, os mártires coexistiram, mas em regiões distintas.

Cipriano – O Feiticeiro – é celebrado no dia 2 de Outubro. Foi um homem que dedicou boa parte de sua vida ao estudo das ciências ocultas. Após deparar-se com a jovem (Santa) Justina, converteu-se ao catolicismo. Martirizado e canonizado, sua popularidade excedeu a fé cristã devido ao famoso Livro de São Cipriano, um compilado de rituais de magia.

A fantástica trajetória do Feiticeiro e Santo da Antioquia, representa o elo entre Deus e o Diabo, entre o puro e o pecaminoso, entre a soberba e a humildade. São Cipriano é mais que um personagem da Igreja Católica ou um livro de magia; é um símbolo da dualidade da fé humana.

 

O Feiticeiro 

Filho de pais pagãos e muito ricos, nasceu em 250 d.C. na Antioquia, região situada entre a Síria e a Arábia, pertencente ao governo da Fenícia. Desde a infância, Cipriano foi induzido aos estudos da feitiçaria e das ciências ocultas como a alquimia, astrologia, adivinhação e as diversas modalidades de magia.

Após muito tempo viajando pelo Egito, Grécia e outros países aperfeiçoando seus conhecimentos, aos trinta anos de idade Cipriano chega à Babilônia a fim de conhecer a cultura ocultista dos Caldeus. Foi nesta época que encontrou a bruxa Évora, onde teve a oportunidade de intensificar seus estudos e aprimorar a técnica da premonição. Évora morreu em avançada idade, mas deixou seus manuscritos para Cipriano, dos quais foram de grande proveito. Assim, o feiticeiro dedicou-se arduamente, e logo se tornou conhecido, respeitado e temido por onde passava.

 A Conversão Cristã

Vivia em Antioquia a bela e rica donzela Justina. Seu pai Edeso e sua mãe Cledonia, a educaram nas tradições pagãs. Porém, ouvindo as pregações do diácono Prailo, Justina converteu-se ao cristianismo, dedicando sua vida as orações, consagrando e preservando sua virgindade.

Um jovem rico chamado Aglaide apaixonou-se por Justina. Os pais da donzela (também convertidos à fé Cristã) concederam-na por esposa. Porém, Justina não aceitou casar-se. Aglaide recorreu a Cipriano para que o feiticeiro aplicasse seu poder, de modo que a donzela abandonasse a fé e se entregasse ao matrimônio.

Cipriano investiu a tentação demoníaca sobre Justina. Fez uso de um pó que despertaria a luxúria, ofereceu sacrifícios e empregou diversas obras malignas. Mas não obteve resultado, pois Justina defendia-se com orações e o Sinal da Cruz.

A ineficácia dos feitiços fez com que Cipriano se desiludisse profundamente perante sua fé e se voltasse contra o demônio. Influenciado por um amigo cristão de nome Eusébio, o bruxo converteu-se ao cristianismo, chegando a queimar seus manuscritos de feitiçaria e distribuir seus bens entre os pobres.

Os Fantasmas

Em um capítulo de seu livro, Cipriano narra um episódio ocorrido após sua conversão:

“Numa noite de sexta-feira, caminhava por uma rua deserta quando se deparou com quatorze fantasmas. Essas aparições eram bruxas que imploravam ajuda. Cipriano respondeu-lhes que havia se arrependido de sua vida de feiticeiro, e que havia se tornado temente a Jesus Cristo. Logo depois caiu em sono profundo, e sonhou que a oração do Anjo Custódio o livraria daqueles fantasmas. Ao despertar teve uma breve visão do Anjo. Assim, auxiliado pela oração de São Gregório e do Anjo Custódio, esconjurou e livrou a alma atormentada das bruxas.”

A Morte

As notícias da conversão e das obras cristãs de Cipriano e Justina, chegaram até o imperador Diocleciano que se encontrava na Nicomédia. Assim, logo foram perseguidos, presos e torturados. Frente ao imperador, viram-se forçados a negar a fé cristã. Justina foi chicoteada, e Cipriano açoitado com pentes de ferro. Não cederam.

Irritado com a resistência, Diocleciano ainda lançou Cipriano e Justina numa caldeira fervente de banha e cera. Os mártires não renunciaram, e tampouco transpareciam sofrimento. O feiticeiro Athanasio (que havia sido discípulo de Cipriano) julgou que as torturas não surtiam efeito devido a algum sortilégio lançado por seu ex-mestre. Na tentativa de desafiar Cipriano e elevar a própria moral, Athanasio invocou os demônios e atirou-se na caldeira. Seu corpo foi dizimado pelo calor em poucos segundos.

Após este fato, o imperador Diocleciano finalmente ordenou a morte de Justina e Cipriano. No dia 26 de Setembro de 304, os mártires e um outro cristão de nome Teotiso, foram decapitados às margens do Rio Galo da Nicomédia. Os corpos ficaram expostos por 6 dias, até que um grupo de cristãos recolheu e os levou para Roma, ficando sob os cuidados de uma senhora chamada Rufina. Já no império de Constantino, os restos mortais foram enviados para a Basílica de São João Latrão.

O Livro

O famoso Livro de São Cipriano foi redigido antes de sua conversão, mas o mistério que envolve a vida do Santo interfere também em seu livro. Uma parte dos manuscritos foi queimada por ele mesmo. A questão é que não se sabe quando, e por quem os registros foram reunidos e traduzidos do hebraico para o latim, e posteriormente levados para diversas partes do mundo.

No decorrer dos anos, o conteúdo sofreu alterações significativas. Houve uma adaptação de acordo com as necessidades e possibilidades contemporâneas; além da adequação necessária na tradução para os vários idiomas. Esses fatores colocam em dúvida a fidelidade das versões recentes, se comparadas às mais antigas.

Atualmente, não é possível falar do Livro, mas sim dos Livros de São Cipriano. As edições capa preta e capa de aço; ou aquelas intituladas como o autênticoo verdadeiro, ou o único, enfatizam um mesmo acervo mágico central, e ainda exaltam o cristianismo e a vitória do bem sobre o mal. Porém, existem grandes diferenças no conteúdo. Enquanto alguns exemplares apresentam histórias e rituais inofensivos, outros apelam para campos negativistas e destrutivos da magia.

Exorcismos

Um exorcismo nada mais nada menos é expulsar um ser das trevas ou que faça algum mal a pessoa que está possessa um exorcismo se baseia em seis  pontos cruciais.

1.     Um exorcismo sempre se deve ter fé.

2.     Nunca se deve insultar o ser que está possuindo a pessoa você não sabe do que ele é capaz, ainda mais se for um demônio de hierarquia alta.

3.     Não se deve bater no possesso achando que o demônio ou o que está o possuindo irá sentir dor, ele não irá sentir.

4.     Se você fizer o exorcismo e pronunciar uma palavra errada pode desconjurar o exorcismo e ocasionar a morte do corpo do possesso.

5.     Ele vai usar de tudo para lhe deixar com medo sempre tenha segurança do que se está fazendo, ele irá mentir e contar seus segredos para que você se submeta a ele.

6.     Ajuda bastante se você souber o nome do demônio.

Em primeiro lugar você deve saber sobre que tipo de possessão a pessoa está passando existem vários tipos mais as mais conhecidas são essas

Encosto O espírito fica próximo à pessoa, mas a influência é pequena. Neste caso, banhos de água e sal ou orações como o Pai-Nosso ou o Credo, afastam este espírito inferior. Geralmente estes espíritos são de pessoas que desencarnaram e pertencem à família do possuído. Espírito opressivo O espírito tem a capacidade de “vampirizar” a energia do indivíduo. Os efeitos são sentidos como um cansaço ou vontade de chorar que podem cessar de um momento para outro. Indica-se neste caso, que se utilize um saquinho de cor vermelha com sal dentro, sempre junto ao corpo para neutralizar a presença deste espírito. Também os banho de água com sal, são benéficos neste caso. A leitura do salmo 23 é o mais indicado contra o espírito opressivo. Obsessão,(o mais comum) O espírito consegue ficar de maneira tão dominante no corpo astral do indivíduo que pode até mesmo mudar o modo de falar e fazer coisas que normalmente não faria no dia-a-dia. Chega até mesmo a não reconhecer parentes e pessoas próximas do seu convívio. Nesse caso, um pequeno ritual de banimento ou então um Ritual de Exorcismo é o necessário. Possessão demoníaca ( raríssimo) Neste caso, o espírito apodera-se do corpo da pessoa, fazendo com que ocorram até fenómenos de “poltergeist” (conjunto de fenômenos violentos produzidos espontaneamente, que consistem em ruídos e deslocamento de objetos, podendo ter duração indeterminada).

Um exorcismo pode ser feito por várias religiões pagãs,ortodoxas,católica  etc…

Simbolo que deve ser posto pra proteção do possuído aonde o exorciraram

 

Esse exorcismo é o exorcismo foi retirado do livro de São Cipriano

Para o demônio deixar o enfermo.

Se as orações foram ditas e pronunciadas como se preceituou e se, passando três dias, o doente ainda se encontra possesso, trata-se, é claro, “de uma morada aberta”, que logo deverá ser fechada da seguinte forma:

Arranja-se uma chave de aço, em ponto pequeno, e deitasse-lhe a bênção da forma seguinte:

“O Senhor lance sobre si a sua santíssima bênção e o seu santíssimo poder para que te dê a virtude eficaz, para que toda a morada ou porta onde entra o Satanás por ti seja fechada, jamais o demônio ou seus aliados por ela possam entrar, pois abençoada seja em nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo. Amém”.

Deita-se água benta em cruz sobre a chave.

A chave deve estar sobre o peito do enfermo, como se se estivesse a fechar uma porta, proferindo as seguintes palavras:

“O Deus Onipotente, que do seio do eterno Pai viestes ao mundo para a salvação dos homens, dignai-vos, pois, Senhor, de pôr preceito ao demônio ou demônios, para que eles não tenham mais o poder e atrevimento de entrar nesta morada. Seja fechada a sua porta assim como Pedro fecha as portas do céu às almas que lá querem entrar sem que primeiro expiem as suas culpas”.

O religioso finge que está a fechar uma porta no peito do enfermo:

“Dignai-vos, Senhor, permitir que Pedro venha do céu à terra fechar a morada onde os malditos demônios querem entrar quando muito bem lhes parece.

“Pois eu, (o nome de quem profere a oração), em vosso santíssimo nome ponho preceito a esses espíritos do mal, desde hoje para o futuro não possam mais fazer morada no corpo de (nome do doente), que lhe será fechada esta porta perpetuamente, assim como lhe é fechada a do reino dos espíritos puros. Amém”.

Terminada esta oração, escreva-se em um papel o nome de Satanás, queima-se o papel e pronunciam-se as seguintes palavras:

“Desapareça, Satanás, como pó de estrada e o fumo das chaminés”.

A mais potente esconjuração de São Cipriano, feita num momento de profunda integração com as forças do grande Cosme.

Esse daqui é o segundo exorcismo de São Cipriano

Se depois de proferir esta oração, o religioso entender que é demônio ou alma perdida que está mortificando o enfermo deve proferir o seguinte Preceito:

“Eu como criatura de Deus feita à sua semelhança e remida com o seu santíssimo sangue, vos ponho preceito, demônio ou demônios, para que cessem os vossos delírios, para que esta criatura não seja jamais por vós atormentada com as vossas fúrias infernais”.

“Pois o nome do Senhor é forte e poderoso, por quem eu vos cito e notifico que vos ausenteis deste lugar para fora. Eu vos ligo eternamente no lugar que Deus Nosso Senhor vos destinar; porque com o nome de Jesus vos piso e rebato e vos aborreço mesmo do meu pensamento para fora. O Senhor seja comigo e com todos nós, ausentes e presentes, para que tu, demônio, não possas jamais atormentar as criaturas do Senhor. Fugi, partes contrárias, que venceu o leão de Judá e a raça de David”.

“Amarro-vos com as cadeias de São Pedro e com a toalha que o santo rosto de Jesus Cristo, para que jamais possais atormentar os viventes”.

(Faça-se o ato de contrição).

Deve-se repetir muitas vezes, principalmente às mulheres grávidas, para que não aconteça algum vômito com os fortes ataques que os demônios causam nesta ocasião. Em seguida deve dizer-se a oração de São Cipriano, para desfazer toda a qualidade de feitiçaria e conjurações dos demônios, espíritos malignos ou ligações que tenham feito homens ou mulheres, ou para rezar em uma casa que se desconfie estar possessa de espíritos malignos ou, finalmente, para tudo que diz respeito a moléstias sobrenaturais.

Nesta oração diz-se muitas vezes:  “Eu desligo tudo quanto está ligado”.

Terceiro exorcismo de são Cipriano Espíritos maus.

São muitos os espíritos que nos cercam. Algumas vezes, são tímidos e não se atrevem a nos incomodar. Outras vezes penetram nosso corpo provocando distúrbios gravíssimos.

Há pessoas que ficam como loucas quando isso acontece. Algumas são tomadas pelo próprio demônio, que as maltrata rudemente. Para a exorção dos espíritos maus que invadem as criaturas, usa-se a seguinte oração:

“Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Por ordem de Deus Todo Poderoso deixe este corpo que pertence a um ser humano honesto e leal e volte para o reino do além. Se precisa de alguma coisa do mundo dos vivos, faça-me saber que eu prometo rezar para que isso seja conseguido”.

O espírito deixará o corpo e o doente não será mais importunado. Se o espírito necessitar de alguma coisa ele o dirá e o homem que prometeu terá que cumprir sua promessa mandando rezar uma missa pelo descanso dessa alma.

Esse exorcismo foi feito pela igreja católica e alterado por dois padres.

ORAÇÃO DE EXORCISMO EM LATIM:

Exorcizo te, omnis spiritus immunde, in nomine Dei (X)

Patris omnipotentis, et in noimine Jesu (X) Christi Filii ejus, Domini et Judicis nostri, et in virtute Spiritus (X) Sancti, ut descedas ab hoc plasmate Dei (name), quod    Dominus noster ad templum sanctum suum vocare dignatus est, ut fiat templum

Dei vivi, et Spiritus Sanctus habitet in eo.

Per eumdem Christum Dominum nostrum, qui venturus est judicare vivos et mortuos, et saeculum per ignem.

(X) = fazer o sinal da cruz em direção ao possesso

OS ESPÍRITOS DAS TREVAS

A HISTÓRIA DO EXORCISMO E QUEM ESTÃO APTAS A FAZER ESSE EXORCISMO SEGUNDO A IGREJA CATÓLICA:

Os demónios e os espíritos das trevas existem e o assunto foi trazido novamente á luz do dia pela promulgação do novo rito de exorcismo da Igreja Católica Apostólica Romana.

«De Exorcismus et supplicationibus quibusdam» é o renovado código de exorcismo e foi publicado pelo Vaticano em 26 de Janeiro 1999.

Antes disso, o rito foi analisado e trabalhado pelo Papa João Paulo II , que o aprovou em 1 Outubro 1998.

O documento possuía originalmente 84 paginas totalmente redigidas em latim, que já foram, entretanto disponibilizadas a todas as todas as conferencias episcopais por todo o mundo para que possam traduzi-lo para versões nas línguas vernaculares.

Este documento, ( aprovado aliás por um Papa que confessou ter realizado 3 exorcismos ao longo da sua carreira eclesiástica) , reconhece claramente tanto a existência do demónio, como a realidade da possessão demoníaca.

Pode-se ler na breve introdução que  o documento chama atenção para a existência de «criaturas angélicas» e outras, chamadas «demónios, que se opõem a Deus», sublinhando que influências destas entidades espirituais de pode fazer manifestar em pessoas, lugares ou coisas.

Este novo ritual de exorcismo católico foi trabalhado ao longo de 30 anos vem substituir o anterior do Ritual Romano que tinha sido promulgado em 1614.

Mas a realidade sobre espíritos das trevas e exorcismos não é uma crença meramente Cristã; Os exorcismos são também constatados na religião Judaica, e exemplos disso podem ser vistos no Talmud : Schabbath, xiv, 3; Aboda Zara, xii, 2; Sanhedrin, x, 1…

No entanto, nas crenças Judaicas a possessão por espíritos é vista num contexto diferente daquele que é encarado no Cristianismo.  Para o Judaísmo, uma pessoa pode ser possuída por um espírito chamado dybbuk, que se acredita ser uma alma de uma pessoa falecida que regressou do Gehenna , o conceito judeu de purgatório ou de local entre mundos, ( entre o mundo físico e o mundo celeste, entre a terra e o céu),  para onde as almas vão antes de entrar no céu.

De acordo com estas crenças, por vezes, (não muito frequentes), a uma alma que em vida não teve oportunidade de cumprir com todas as suas missões, é-lhe concedida a oportunidade de realizar esses fins, regressando a este mundo na forma de um dybbuk. E por vezes também, uma alma demasiadamente atormentada não encontra descanso no purgatório e pode escapar-se dessa «zona entre mundos»,  regressando  a esta mundo.

A alma regressa assim a este mundo e procura «ligar-se» a uma pessoa viva que esteja experimentando uma situação similar á que essa alma viveu quando estava encarnado neste mundo.

Acredita-se por isso que há bons dybbuks e maus dybbuks.

Os bons, acaba desempenhado o papel de «guia espiritual» da pessoa a que se ligaram, procurando-a fazer ultrapassar os obstáculos e tribulações que esta vivendo, como forma de salvar essa pessoa e assim se salvar a si mesmo. Estas são consideradas possessões boas.

No caso dos dybbuk maus, esse são almas atormentadas que regressaram a este mundo ou que não partiram deste mundo, e que se ligam a uma pessoa e  fazem-na passar pelos mesmos erros, tormentos e caos que essa alma experimentou durante a sua vida.

AS PROVAS CIENTIFICAS QUE ATESTAM DA EXISTENCIA DE ESPIRITOS

A realidade é que os espíritos existem, quer se creiam neles ou não, tal como o ar existe e não se vê, e porém o ar continuará a existir quer se acredite nele, ou não.

Todas estas realidades espirituais são isso mesmo: REALIDADE quer os cépticos e agnósticos queiram ou não.

Ao contrário do que se pensa, e ao contrário do que a ciência argumenta,  um ritual de exorcismo não é um pratica obscura, celebrada por homens ignorantes contra a vontade de um pobre desgraçado que na verdade apenas sofre de um mal psiquiátrico ou psicológico.

Também ao contrário do que muitos pensam, e ao contrário do que ciência alega, a possessão, também não é um aproveitamento de doenças que afinal tem explicações racionais, por parte de uns tantos ignorantes aproveitadores que irresponsavelmente optam por defender que se trata de um fenómeno espiritual.

Prova de que os espíritos são uma realidade verdadeira, e que os exorcismos não são meras fantasias lunáticas de um punhado de ignorantes, são a premissas que presidem á própria execução de um ritual desta natureza.

Eis algumas das regras processuais a serem respeitadas antes que se possa autorizar um exorcismo:

1-O exorcismo apenas pode ser realizado por um sacerdote especialmente preparado para o efeito.

2-O exorcismo tem de ser executado com aprovação e supervisão do Bispo local

3-O exorcismo apenas pode ser realizado com o consentimento da pessoa vítima do fenómeno espiritual

4-Um exorcismo só pode ser realizado após a sua confirmação científica e espiritual, o que implica:

a) a verificação de certos sinais espirituais, ou seja, se esses sinais não se verificarem não se pode confirmar que há uma possessão.

b) a rigorosa investigação cientifica do caso, que visa atestar que na realidade não se trata de um caso de doença física ou mental, mas sim de uma verdadeira possessão.

Isto significa que:

O exorcista, antes que lhe seja permitido realizar qualquer exorcismo,  tem de procurar provar de forma cientificamente fundamentada que o caso em analise é na verdade, e sem sombra de duvida, um assunto de natureza espiritual.

O sacerdote deve por isso demonstrar máxima prudência e circunspecção ao longo de todo o processo de averiguação do caso em questão antes mesmo de propor um exorcismo ao Bispado, procurando inicialmente realizar uma abordagem objetiva á pessoa alegadamente possuída, abordagem essa que é uma verificação sobre o verdadeiro estado da pessoa, ou seja, verificando se a pessoa não será alguém que simplesmente sofre de doença física ou psicológica.

O sacerdote apenas decide se uma pessoa esta verdadeiramente possuída depois de uma diligente investigação, na qual se procura consultar peritos em áreas medicas, psicológicas, psiquiátricas e mesmo espirituais.

Apenas após todo este rigoroso processo de peritagens científicas, se chega á conclusão de se estar perante um caso de possessão por parte de entidades espirituais das trevas.

E quando assim sucede, para desgosto de alguns agnósticos, a própria ciência torna-se num instrumento de validação e prova científica da existência de espíritos e de demónios.

Segundo as normais de observação e analise deste tipo de fenómeno espiritual, os sinais de possessão demoníaca numa pessoa são:

1-    A capacidade da pessoa possuída de falar línguas que desconhece e que não tem possibilidade nem forma de conhecer, por vezes línguas mortas como Latim, Aramaico, etc.

2-    O conhecimento sobre coisas que lhe estão distantes e são desconhecidas

3-    Manifestação de força física anormal

4-    Manifestação de fenómenos físicos anormais.

È necessário, apos cuidados exames médicos, psicológicos, espirituais, psiquiátricos, etc… Provar que estes sinais não estão relacionados com causas normais, relacionadas com leis da física, da química ou de uma condição clínica da pessoa alegadamente possuída, para que se possa declarar que essa mesma pessoa esta sendo vitima desse tipo de fenómeno espiritual.

De acordo com a pratica seguida pelo Vaticano, tudo é feito para evitar a percepção de que um exorcismo esta relacionado com  superstições ignorantes ou infundamentadas, mas antes é um processo atestado por meios científicos e com veracidade inegável.

EM RESUMO:

Todas estas condições de analise de um fenómeno espiritual como a possessão, visam validar a existência dos espíritos das trevas através de um rigoroso processo de análise e investigação com rigor cientifico.

Assim se prova que quando se falam de espíritos das trevas, não se está diante de uma fraude nem de uma fantasia, mas sim de uma realidade tão sólida como o ar que respiramos.Assim se atesta o espírito das trevas existe e está dentro de uma pessoa, de um local ou de uma coisa, assim se confirma que se esta lidando com factos e não com fantasias.

A para quem gostam de fatos, os exorcismos que foram feitos respeitando todos os critérios científicos de aprovação do ritual, os factos revelam uma verdade que alguns cientistas e alguns ateus  não gostam de ver.

 

Sinais de possessão, do passado a maior parte, já que hoje poucos aspectos são dados a ANTIGOS SERVIDORES DE SERES EXILADOS ,QUE AINDA PROCURAM VAMPIRIZAR AQUELES QUE JÁ FORAM ALVO DE POSSESÕES NO PASSADO (outras vidas, o que os perseguem por 7 vidas consecutivas) nota da autora.

  1. São rebeldes a qualquer religião e qualquer coisa ligada a alguma obra sagrada.
  2. Doenças súbitas.
  3. Fúria sem motivos.
  4. Se alto torturar, colocar partes do corpo no fogo, na agua gelada, se espancar com pedras.
  5. Tentativas de suicídio.
  6. Não suportam objetos sagrados.
  7. Não suportam palavras santas e nem conseguem pronuncia-las.
  8. Não tomam agua benta.
  9. Ao ver atos religiosos ou qualquer manifestação santa espumam pela boca e arregalam os olhos.
  10. Falam e entendem o Latim sem nunca terem estudado antes.
  11. Conhecem todas as escrituras sagradas perfeitamente.
  12. Revelam todos os pecados de uma pessoa sem a conhecer.

          Os exorcismo não irão ter sucesso se o exorcista não souber o significado das palavras usadas como os nomes de Deus e dos santos, aqui estão eles:

ADONAY: Palavra hebraica que significa Senhor e mestre soberano.

AGIOS: Palavra grega que significa Santo. Agios ou Theos significa: Deus SanTo.

AGLA: Termo hebraico significa literalmente Deus na esfera da luz, a glória e a beleza. Também: Deus infinito e poderoso.

Alfa e OMEGA: Primeira e última letra do alfabeto grego. Seu significado é: início e fim, Deus eterno.

ATHANATOS: Voz grega que significa imortal. E também: É o Senhor que o inferno tem que obedecer.

ELOHIM: Palavra hebraica que exprime o número considerável de anjos ou espíritos de luz que eles estimular e criar.

ELOHARA: Palavra hebraica; É o singular de Elohim. -Anjo de luz ou espírito Celeste.

EMMANUEL: Palavra grega que significa: legislador e também: Deus está conosco. Ahi: Palavra hebraica cujo significado é: o filho de Deus.

ISCHYRUS: Palavra grega que significa: El Fuerte.

KIRIE: Palavra grega que significa: o Senhor.

KIRIE ELEISON: Expressão grega que significa: Senhor tem misericórdia de nós.

SABAOTH: Dicção em Hebraico; seu significado é: Deus triunfante, vitorioso Deus. Sakai: Palavra hebraica que significa Deus todo poderoso. Ele também é usado no sentido da redenção divina.

SOTHER: É o mesmo que Salvador.

TRIN: Palavra usada para designar o mistério da Santíssima Trindade.

TETRAGRAMMATON: Esta voz, que muitos escritores ignorantes tomaram-se pela expressão diabólica, é precisamente a palavra sagrada, cujo uso e significado é muito poucos mortais que o conheces. Tetragrama é composta de: tetra, que significa quatro; Gramma, o que significa a letra e o encerramento, A voz misteriosa cujo significado não pode ser divulgado.

THEOTOCOS: Significa: a mãe de Deus.

THEOTOCOS: Significa: o filho de Deus.

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Mais uma visão sobre o exorcismo do site Spectrum

http://www.spectrumgothic.com.br/ocultismo/exorcismo.htm

Nas culturas egípcia, babilônica, assíria e judaica, atribuíam-se certas doenças e calamidades naturais à ação dos demônios. Para afastá-los, recorria-se a algum esconjuro ou exorcismo. A cultura ocidental recebeu essas idéias através da Bíblia e do cristianismo primitivo.

No cristianismo, exorcismo (do grego exorkismós, “ato de fazer jurar”, pelo latimexorcismu) é a cerimônia que visa esconjurar os espíritos maus, forçando-os a deixar os corpos possessos ou dominar sua influência sobre pessoas, objetos, situações ou lugares. Quando objetiva a expulsão de demônios, chama-se Exorcismo Solene e deve fazer-se de acordo com fórmulas consagradas, que incluem aspersão de água benta, imposição das mãos, conjurações, sinais da cruz, recitação de orações, salmos, cânticos, etc. Além disso, o ritual católico do exorcismo pode ser executado por sacerdotes somente quando são expressamente autorizados por bispos.

O Antigo Testamento, embora reconheça a atuação do demônio a partir da tentação e da queda de Adão no paraíso, praticamente não alude a uma ação maléfica direta do diabo sobre os homens.

Foi no judaísmo antigo que se atribuíram ao demônio intervenções muito concretas na vida cotidiana. O Livro de Tobias(século II a.C.), de influência assíria, narra um exorcismo praticado mediante a oração e utilização das vísceras de um peixe.

No Novo Testamento, que não apresenta modificações essenciais no que se refere ao exorcismo, o Evangelho de Marcos é o que insiste de maneira mais realista nos exorcismos praticados por Jesus e por seus discípulos. Em certos casos, trata-se de expulsar o demônio do corpo de possessos ou lunáticos. Em outros, da cura de enfermidades atribuídas à ação do demônio. Os evangelistas se servem dessas vigorosas ilustrações para demonstrar a vitória de Jesus sobre Satanás e também para mostrar como seu povo se libertou do pecado. “Chegou o momento de ser julgado este mundo, e agora o seu príncipe será expulso” (João – 12:31). Esses milagres seriam um sinal da instauração do reino de Deus. “Se, porém, eu expulso demônios pelo Espírito de Deus, certamente é chegado o reino de Deus sobre vós” (Mt – 12:28).

Exorcismos na história da Igreja 

As curas e os exorcismos foram comuns na igreja primitiva. Com o reconhecimento oficial da Igreja sob o imperador Constantino, os exorcismos carismáticos, realizados informalmente por qualquer cristão, deram lugar à institucionalização da função do exorcista. O Rituale Romanum reuniu mais tarde, diversos ritos de exorcismos para situações variadas. Também as igrejas reformadas estabeleceram tais ritos.

O racionalismo do século XVIII conseguiu explicar muitos mistérios supostamente sobre-humanos, o que também sucedeu, de modo ainda mais intenso, com a descoberta do hipnotismo e da psicologia profunda no século XIX. A Igreja Católica, como também algumas denominações protestantes, admite os exorcismos ordinários, contidos no rito do batismo, como símbolo da libertação do pecado e do poder do demônio. Pratica-se o exorcismo ordinário na bênção da água batismal e na sagração dos santos óleos. Os exorcismos solenes, que têm por objetivo expulsar o demônio do corpo de um possuído, são práticas raríssimas e só confiadas, mediante permissão episcopal, à sacerdotes muito experientes.

O exorcismo católico inicia-se com a expressão latina“Adjure te, spiritus nequissime, per Deum omnipotentem” (eu te ordeno, espírito maligno, pelo Deus Todo-Poderoso). O processo pode ser longo e extenuante, chegando a se estender por vários dias. A possessão está associada ao mal. O processo de libertação é feito de forma dramática e violenta. Os exorcistas recorrem as preces, água-benta, defumadores, essências de rosas e arruda. O sal que é associado à pureza espiritual também é utilizado.

Porém, o cristianismo deste século tem uma atitude dividida em relação ao exorcismo. Por um lado, mantém distância de sua prática, atuando mais próximos a psiquiatras e médicos e autorizando estudos para esclarecer este fenômeno. Mesmo assim, a Igreja oculta os casos confirmados de possessão a prática dos rituais de expulsão. Ainda, o Papa João Paulo II declarou ter aplicado o exorcismo sob uma jovem, em 1982.

Um relatório sobre exorcismo foi compilado pela Igreja da Inglaterra, em 1972, por uma comissão que incluía represen- tantes católicos e um consultor psiquiatra. Apesar de pretender desbancar as possessões, acabou fortalecendo esta idéia quando relacionada à possessão de lugares: “a interferência demoníaca… é comum em lugares não consagrados… assim como em conexão com sessões espíritas”.

Porém, este relatório considera exorcismos de pessoas extremamente duvidosos. À luz da Igreja moderna, aqueles que se julgarem possuídos, devem, prioritariamente, procurar a ajuda de um médico ou psicólogo. Recorrer a um sacerdote cristão é considerado último recurso.

O padre Gabrielle Amorth, diz ter realizado aproximadamente 50.000 exorcismos mas considera que somente 84 foram possessões autênticas. O sacerdote diz que os sintomas incluem força física sobre-humana, xenoglossia (a fala espontânea em língua que não foi previamente aprendida) e revelações de segredos sobre as pessoas.

O cânone dominicano Walker, de Brighton, que coordena o Grupo de Estudos do Exorcismo Cristão, lembra de somente sete casos genuínos durante sua vida religiosa: “Normalmente, tudo que é preciso são conselhos e rezas”.

O demônio e o exorcismo nas religiões 

Católicos 

Satanás, líder da rebelião dos anjos contra Deus, é a encarnação do mal que existirá até o fim dos tempos e contra o qual os cristãos devem estar sempre vigilantes. Há sinais que distinguem os endemoninhados, mas a Igreja recomenda que se recorra à avaliação de psiquiatras para evitar confusões com casos de histeria e esquizofrenia.

Anglicanos 

O demônio pode ser combatido em orações, hinos e leituras da Bíblia, mas não existe uma cerimônia específica. Os casos de exorcismo são muito raros. Quando ocorrem, o possuído é “tratado” num grupo de orações, que lhe recomenda jejum, abstinência sexual e adoração a Deus.

Judeus 

A literatura rabínica clássica não prevê a existência do demônio, por isso a religião não reconhece rituais de exorcismo. Nos séculos XVI e XVII, surgiu a figura do dibuk, espírito perverso que podia ser expulso em ritos de oração. Para a maioria dos judeus, é considerado apenas folclore.

 Evangélicos neopentecostais

Todos os males são causados pelo demônio. Há tipos de possessão que estragam a vida amorosa, provocam miséria, perturbam a família. Nos cultos, os endemoninhados são conduzidos ao altar. O pastor grita com Satanás e exige que abandone o corpo em nome de Jesus.

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