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“DEIXE-ME VIVER”

“DEIXE-ME VIVER”

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MARAVILHOSO LIVRO: “DEIXE-ME VIVER”, DE “LUIZ SÉRGIO”, BAIXAR E LER MUITAS VEZES EM “PDF”!

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MÃE, NÃO ME MATE, “DEIXE-ME VIVER”…. Deixai vir a mim os pequeninos e não os embaraceis. Quem atrapalha a evolução de uma criança é muito culpado e indigno de alcançar o Reino de Deus. Hoje a sociedade comenta, apavorada, os seqüestros, os assassinatos, os estupros, os furtos, as drogas, mas se cala diante do frio e cruel assassinato de inocentes: o aborto. Em vários países o aborto cresce, até mesmo protegido por lei; todavia, ninguém se detém para pensar que esses crimes são praticados contra milhares de inocentes e indefesos seres.

A vítima não tem voz para suplicar: “deixe-me viver, não me mate”, nem braços fortes para se defender. Essas crianças estão sendo esquartejadas friamente, sem piedade, por mentes gananciosas e sem Deus. Quase ninguém se importa; poucas campanhas se levantam em prol da vida desses pequeninos, vida está tão importante como a de cada um de nós. Quem interrompe uma gravidez está rasgando a passagem de alguém para a escola da evolução.

Não esqueçamos que o feto só está alojado no útero porque obedeceu a um planejamento de Deus. Por que o homem não respeita semelhante obra? Sabemos que muitas mulheres se julgam donas do seu corpo e com orgulho levantam bandeiras, dizendo: “eu me pertenço, faço do meu corpo o que desejo, do meu ventre disponho como quero”. E assim vão matando sonhos, esperanças e causando dores. É certo, companheiros?

Será que não nos conscientizamos ainda de que desde a concepção já há vida no ovo e de que a mulher é terra fértil, destinada a alimentar a semente divina? Mas muitas fogem dessa responsabilidade, desejando apenas ser fêmeas; mães, jamais. E matam cruelmente, de várias e estranhas maneiras. Que é o corpo da mulher?

Um santuário, onde órgãos férteis mantêm com vida um embrião. Nenhum cientista é capaz de criar um corpo de mulher, e muitas não se respeitam, fazendo de si um objeto de desejo e de consumo. Até quando os defensores dos direitos humanos irão ignorar esses bárbaros crimes que são praticados diante de uma sociedade estática?

Que a mulher se libere, mas respeite os seus sentimentos de mãe e lute pela vida dos seus filhos. A mulher que aborta é uma fracassada; ela não tem coragem de compartilhar sua vida com outra vida, que dela tanto necessita.

Por tudo isso, fui chamado à Universidade Maria de Nazaré para um novo trabalho e, quando soube do assunto, meus olhos marejaram de lágrimas.

Nada é mais triste do que a revolta de um espírito no momento do seu assassinato – o aborto. Por isso aqui me encontro, unindo minha voz à de milhões de almas indefesas que neste momento sussurram em pungente apelo: “Mãe, deixe-me viver, não me mate!”

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