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Desgaste mediunico e Reposição Eletrolítica

Desgaste mediunico e Reposição Eletrolítica

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Há alguns meses quando começamos o trabalho com 2 mentores AKRISHINA e MALARITH, eles nos pediram que tomassemos soro fisiológico ou Forten para fazer reposição eletrolica, que era isso que causava os desgaste nos médiuns de incorporação, começamos a tornar isso um procedimento padrão no final dos trabalhos. o que não é dificil de entender já que uma solução salina é condutora eletrica.

Semana passada, achei esse artigo na internet…

A MEDIUNIDADE e a PSICANÁLISE entrevista com Sérgio felipe de oliveira, revista Saúde e Espiritualidade da Associação Médico Espírita

ACUMULADORES ENERGETICOS E PERDA ELETROLITICA

 

LIVRO MECANISMOS D A MEDIUNIDADE DE Pastorino, pag. 34

                       Bateria

Denominasse bateria uma série de acumuladores ligados entre si, aumentando, com isso, a capacidade de armazenamento e também o tempo em que consegue permanecer sem esgotar‐se.

Grande semelhança com a mediunidade.

A mesa da reunião ‐ Cada criatura constitui um acumulador, capaz de armazenar aenergia espiritual (eletromagnética). Entretanto, essa energia pode esgotar‐se. E se esgotará com facilidade, se houver “perdas” ou “saídas” dessa energia com explosões de raiva, ou com ressentimentos e mágoas prolongadas, embora não violentas. Cada vez que uma pessoa se aborrece ou irrita, dá “saída” à energia que mantinha acumulada, dá “saída” à energia que mantinha acumulada,“descarrega” o acumulador de força (ou fluidos), diminui a carga e, portanto, seenfraquece, O segredo é manter‐se inalterado e calmo em qualquer circunstância,mesmo nas tempestades morais e materiais mais atrozes.Todavia, se por acaso o acumulador se descarrega, pode ser novamente carregado, por meio de exercícios de mentalização positiva e de prece em benefício dos outros, ou seja, prece desinteressada. Portanto, é realmente carregado com uma energia em direção oposta: se ficou negativo, carregar‐se‐á com energia positiva.

Os acumuladores nem sempre possuem carga suficiente de energia para determinado fim. São então reunidos “em série”, formando uma bateria. Na mediunidade, quando um médium não é capaz de fornecer energia suficiente a sós,“descarrega” o acumulador de força (ou fluidos), diminui a carga e, portanto, se enfraquece, O segredo é manter‐se inalterado e calmo em qualquer circunstância, mesmo nas tempestades morais e materiais mais atrozes.

Todavia, se por acaso o acumulador se descarrega, pode ser novamente carregado, por meio de exercícios de mentalização positiva e de prece em benefício dos outros, ou seja, prece desinteressada. Portanto, é realmente carregado com uma energia em direção oposta: se ficou negativo, carregar‐se‐á com energia positiva. reúne‐se com outros, formando uma “reunião”. Esta é constituída “em série”, (não em

paralelo), e por isso é que todos se sentam em redor de uma mesa. A bateria assim formada, conserva em si e pode utilizar uma energia eletromagnética muito maior. Daí as comunicações em reuniões serem mais eficientes que com um médium isolado, por melhor que seja ele.

Também a bateria pode esgotar‐se. Mas a vibração das ondas de pensamento e a prece podem carregar novamente a bateria. Esse processo é com frequência utilizado nas reuniões, durante ou após a manifestação de espíritos muito rebeldes, que descarregam a energia: uma prece repõe as coisas em seu lugar, infunde novas energias à “bateria” e permite a continuação dos trabalhos.

Como vemos, mediunidade ou comunicação de Espíritos não é fenômeno religioso, mas puramente física, eletromagnético, obedecendo a todas as leis da eletrônica.

Quem compreender isso, perceberá que “ser bom”, “fazer o bem”, “perdoar e amar” não são virtudes religiosas, mas forças científicas que permitem à criatura uma elevação de vibrações e uma ascensão a planos superiores. Quem é inteligente, é bom por princípio científico. Por isso, há tanta gente boa sem ser religiosa, e até dizendo‐se “ateia”. E tantos que professam religião e que, não tendo compreendido o fenômeno,

permanecem na ignorância do mal.

Eletricidade Estática

Falemos agora a respeito da eletricidade estática. Assim é chamada aquela eletricidade que existe permanentemente na atmosfera e nos corpos.

O átomo, constituído de núcleo (prótons, nêutrons) e elétrons, além de partículas efêmeras como mesons, positrons e neutrinos, possui além disso a capacidade de revestir‐se de elétrons.

A ciência oficial, neste particular, ainda se encontra meio tonta: basta dizer que considera “negativos” os elétrons, que são tipicamente positivos. Vem o erro da denominação errônea inicial, quando se chamou “negativa” a fonte que desprendia energia, e “positiva” a que recebia essa energia. Exatamente o contrário da realidade e da verdade. Para a ciência oficial, ainda hoje, positivo é o polo “passivo”, e negativo é o polo ativo… Em vista disso, os elementos positivos, os elétrons, são chamados negativos. Entretanto, procurando corrigir essa falha lamentável, vamos denominar certo, neste estudo: oselétrons, para nós, são positivos (embora a ciência os denomine erradamente negativos).

Feita esta ressalva inicial, para podermos entender‐nos, verifiquemos o comportamento do átomo e portanto dos corpos.

· Equilíbrio ‐ Quando um átomo está com seus elementos equilibrados (número normal de prótons, elétrons, etc.), dizemos que está “descarregado” eletricamente; ou seja, “não tem carga elétrica”.

· Carga Elétrica ‐ Quando conseguimos colocar mais elétrons no corpo, dizemos que o corpo está “carregado positivamente”. Quando, ao contrário, há carência ou falta de elétrons, dizemos que está “carregado negativamente”.

O que acabamos de expor pode ser verificado facilmente. Se encostarmos um  pente de ebonite, ou uma caneta tinteiro a pedacinhos de papel, nada acontece: o pente e a caneta estão “descarregados”. Mas se esfregarmos o pente ou a caneta num pedaço de lã ou flanela, e os aproximarmos dos pedacinhos de papel, veremos que estes pulam e aderem à caneta ou ao pente: então dizemos que estão “carregados”.

Essa eletricidade estática existe no corpo humano, que consiste num eletrólito (isto é, 66% dele é solução salina que contém e conduz elétrons: essa solução salina tem o nome de “soro fisiológico”). Então, também o corpo humano, para ter saúde, necessita estar equilibrado quanto ao número de elétrons. Quando estes se escoam (por exemplo,pelos pés molhados) o corpo se torna “deficiente” de elétrons, e surgem as doenças como reumatismo, nefrite, flebite, catarros, etc., etc., pelas exaltações de germens.

Assim, as enfermidades exprimem falta de elétrons; a saúde, é o equilíbrio; o excesso de vitalidade é um “superávit” de elétrons.

O corpo humano ‐ O que ocorre com o corpo físico (ou melhor, com o corpo astral ou perispírito), ocorre também com os desencarnados, que continuam revestidos de corpo astral. Se o “Espírito” está bem, seus elétrons estão em equilíbrio; se estes são deficientes, o “Espírito” está enfermo, física ou moralmente.

Por isso, se o aparelho (médium) se liga a um Espírito bom, carregado positivamente de elétrons, se sente bem e continua com esse bem estar mesmo depois da “incorporação”, porque permanece com os elétrons em equilíbrio ou em “superávit”.

Mas ao invés, quando é ligado a um “espírito” sofredor ou obsessor, com  eficiência de elétrons, o aparelho se sente mal, e o mal‐estar continua após a “incorporação” porque os elétrons que tinha, passam para o “Espírito” que sai aliviado. Neste segundo caso, para reequilibrar o aparelho, é mister:

a) Ou de um passe de “reequilíbrio”, para fornecer‐lhe os elétrons que perdeu em benefício do “Espírito”;

b) Ou de “receber” o mentor ou amigo espiritual que, com sua ligação, restabeleça a equilíbrio, fornecendo‐lhe os elétrons necessários.

                    Indução

Sabemos que, sem necessidade de tocar um corpo em outro, podemos eletriza-lo (carregá‐lo de elétrons) por aproximação ou mergulho num “campo elétrico” ou num “Campo magnético”. A isso chamamos indução.

O “encosto” ‐ Muitas vezes, mesmo sem “incorporação”, pode um Espírito aproximar‐se (encostar‐se) a um aparelho (médium), “sugando‐lhe” os elétrons e deixando‐o com mal estar, por vezes com dores, embora o desencarnado dali se afaste aliviado. Isso ocorre com todos. Mas os médium, por serem mais sensíveis, percebem essas diferenças de elétrons. Para o médium, bastará um passe de recuperação, que é inclusive uma das caridades mais meritórias, porque feita sem interesse e até sem conhecimento do que se está passando.

Há também ervas que possuem e produzem grande número de elétrons. E, sendo a água um bom condutor de energia, essas ervas são empregadas com muito êxito em banhos chamados “de descarga”, porque retemperam e reequilibram o organismo do aparelho. Já os antigos conheciam essas ervas. Daí se colocarem certas plantas (arrudas,“espada de S. Jorge”, etc.), no ambiente: a produção de elétrons protege os habitantes. E quando a sucção dos elétrons é grande no ambiente, a planta chega a murchar: é quando se diz que “o ambiente não está bom”.

Eis porque os velhos. desvitalizados (pobres em elétrons) gostam da companhia de jovens, que lhos fornecem por indução. Por isso não devem dormir no mesmo leito crianças e velhos.

A sensibilidade dos médiuns faz que eles percebam a aproximação de um Espírito como uma descarga elétrica, manifestado por vezes por um “arrepio” violento que lhes percorre a espinha, ou por um eriçar‐se dos pelos dos braços, imitando a “pele de galinha”: representa isso a entrada ou a saída de elétrons. Daí haver duas espécies desses arrepios: um desagradável, quando o Espírito “suga” elétrons que saem de nosso corpo, exprimindo a presença de um Espírito enfermo ou perturbado; outro agradável, de bem estar, significando um “banho” de elétrons que nos penetram, quando o Espírito é benéfico, e portanto nos fornece energia. (Essas sensações estão a cargo do sistema simpático‐parassinpático). Leia.

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