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FOGO SELVAGEM” E SUA RELAÇÃO COM O SUICÍDIO PELO FOGO

FOGO SELVAGEM” E SUA RELAÇÃO COM O SUICÍDIO PELO FOGO

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Pergunta: – A fim de melhor entendermos as vossas considerações sobre o suicídio pelo fogo, com a sua conseqüente prova cármica no futuro, podeis nos dizer algo sobre a natureza do pênfigo foliáceo e a sua relação com o suicídio pelo fogo?

Ramatís – O pênfigo foliáceo ou, popularmente, o “fogo selvagem”, apresenta toda semelhança com as queimaduras graves que uma criatura tenha sofrido. Manifesta-se por uma dermatose caracterizada por bolhas avermelhadas, com serosidade, que de princípio lembram as bexigas e as necroses conseqüentes das grandes queimaduras; mais tarde essas bolhas transformam-se em chagas que exalam mau cheiro, deixando as criaturas em carne viva e com dores atrozes.
A vertência tóxica do psiquismo enfermo é muito acelerada, e por isso se traduz em vida torturada, para o cumprimento do legado cármico da criatura. Comumente, os flagelados pelo pênfigo morrem reduzidos no tamanho dos seus corpos, com características semelhantes às das pessoas que hajam sido carbonizadas.
Existem zonas geográficas, no vosso orbe, que servem de verdadeiros pontos de concentração apropriados para ali se juntarem, com preferência, os infelizes encarnados que se suicidaram pelo fogo na vida anterior. Os prepostos siderais os reúnem nesse infortúnio imprescindível a fim de que melhor se auxiliem pelo mútuo apoio fraterno e pela conformação trazida pelo fato de ser uma provação coletiva. Principalmente a África, Ruanda no Congo Belga e Mato Grosso no vosso país, são pontos catalogados na psicoterapia do Espaço como “zonas eletivas” de astral “apropriado que melhor favorece a afluência das toxinas etéricas à periferia do corpo carnal, procedentes das contrapartes fluídicas, portadoras ainda dos efeitos da comburência do corpo anterior destruído pelo fogo.
Uma das provas da grande relação ou afinidade astral do pênfigo foliáceo para com o suicídio pelo fogo está na terapêutica atualmente empregada para minorar esse mal através do pincelamento com alcatrão no corpo chagado, pois esta substância, de acordo com a lei de que “os semelhantes atraem os semelhantes”, é um produto também comburente obtido através do aquecimento da madeira ou da hulha. Como os doentes do pênfigo também apresentam a anemia característica das pessoas que são queimadas pelo fogo ou produtos corrosivos, é preciso que, antes de serem tratadas pelo alcatrão, sejam fortalecidas por medicação vitaminosa e de grande revigoramento hepático. Conforme é do conhecimento comum, o alcatrão de hulha contém compostos como fenol, naftalina, benzeno, antraceno e outros, enquanto o alcatrão de madeira, além de conter óleos combustíveis, creosoto e substitutos da gasolina, serve para conservar as madeiras contra a putrefação. Como o perispírito se constitui de inúmeras substâncias astralinas, que têm certa analogia científica com os mesmos produtos físicos e químicos do vosso mundo, sendo em verdade as contrapartes etéricas desses corpos materiais por vós conhecidos, no suicídio pelo fogo tanto se queimam aquelas substâncias astrais – pela combustão no perispírito submetido ao fogo etérico – como ainda surge grande quantidade de combinações e toxicoses que, depois, precisam ser expelidas da delicada vestimenta etéreo-astral.
Para vossa melhor compreensão, suponde que no caso do suicídio pelo fogo se devam extinguir os elementos astrais que lembram a naftalina, a benzina, o creosoto, o fenol, aromáticos, antraceno, guaiacol e outros, e que no tratamento físico pelo alcatrão eles devam ser repostos magneticamente no perispírito, embora sem a quantidade e a dosagem terapêutica exata e eficiente. Então, pela repercussão vibratória, esses elementos vão reduzindo o veneno astral na vestimenta perispiritual e promovendo a consequente cicatrização no corpo físico. Supondo-se, ainda, que a ciência humana possuísse capacidade suficiente para ativar o energismo dos corpos físicos sublimados até o estado etérico e às suas condições astrais atuantes “do lado de cá”, haveria então compensação ou cobertura dos elementos faltantes no perispírito, que foram subvertidos pelo fogo etérico, obtendo-se a cura do pênfigo foliáceo de modo quase miraculoso! Curado o perispírito, automaticamente cura-se o corpo, pois este é o prolongamento do que está materializado na Terra.

DO LIVRO: “A SOBREVIVÊNCIA DO ESÍRITO” RAMATÍS/HERCÍLIO MAES – EDITORA DO CONHECIMENTO.

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